19 mar
1 – Não preparar a pele antes da maquiagem
Preparar a pele não significa apenas usar corretivo, base e pó com o intuito de deixá-la uniforme. É fundamental ter alguns cuidados antes de aplicar qualquer item da maquiagem. A sugestão da beauty artist Penélope Beolchi é lavar o rosto e apostar no leite de limpeza, tônico e, por último, hidratante. “Se a pele está ressecada, por exemplo, e não segue esse ritual, o resultado não fica bonito, mas com aspecto craquelado.”
2 – Usar corretivo mais claro do que o rosto
Disfarçar espinhas, olheiras e outras imperfeições é o papel do corretivo. No entanto, escolher um produto com tom errado tem o poder de destruir o look. Segundo Penélope, os mais claros que o rosto conferem aspecto artificial. O ideal é apresentar exatamente a cor da pele ou uma próxima à que exibe quando bronzeada.
Vale também aplicar corretivos coloridos (normalmente verde, amarelo e lilás), que neutralizam as tonalidades das imperfeições. Para isso, devem ser usados de maneira correta, é claro. “Vermelho, azul e amarelo são cores básicas e têm suas complementares, que as neutralizam. Se tenho uma olheira violeta, a cor que a neutraliza é o amarelo, a única que não participa da sua formação, já que é o resultado da mistura de vermelho e azul”, disse Penélope. Sendo assim, o verde é indicado para marcas avermelhadas e, o lilás, amareladas.
Na opinião da beauty artist, os coloridos disfarçam mais que os nudes, mas deixam a pessoa pálida e pedem uma base mais escura em seguida. Os beges são aliados da praticidade necessária ao dia a dia.
A dica para itensificar a correção de olheiras difíceis de esconder é aplicar, com leves batidinhas, batom cor de boca ou laranja por baixo do corretivo.

3 – Cor de base errada
Assim como acontece com o corretivo, base mais clara que a pele também prejudica o make. De acordo com Marcos Costa, envelhece e deixa artificial. A solução é adquirir uma da tonalidade do corpo, porque o rosto tende a ser mais claro.
Aplicar o produto de maneira errada pode resultar em excessos perto do cabelo. Quer evitar essa gafe? Então, passe-o sempre do centro para as laterais.
4 – Excesso de blush
O blush proporciona aparência saudável e corada ao rosto. Mas isso não significa que deve se empolgar e passar um monte. Afinal, ninguém quer parecer pronta para participar de uma quadrilha de festa junina, certo?
Moderação é a palavra-chave. Se está em dúvida na quantidade, pergunte a opinião de uma amiga confiável (e sincera). Caso note exagero, retire o excesso com algodão ou aplique pó facial com o intuito de suavizar.
A maneira certa de aplicar blush é com o pincel inclinado. Comece perto da orelha em direção a boca, parando no centro do rosto, como ensina Penélope.
A sugestão da beauty artist para identificar a cor ideal é dar suaves beliscadas na bochecha (quando estiver sem maquiagem) e prestar atenção no tom que aparece naturalmente, que deve ser similar ao do produto escolhido. As mulheres de pele clara costumam ter uma cor rosada; as de marfim, pêssego; as pálidas, lilás; as negras, pink escuro ou vinho; e as oliváceas, marrom.
Caso precise retocar o visual e não tenha um blush na bolsa, não entre em desespero. O truque é carregar sempre um batom corado, que pode ser usado para colorir os lábios ou como blush. “Aplique uma ou duas faixas do batom de cima para baixo, como se faz com o blush, espalhando delicadamente com o dedo”, afirmou Penélope.
5 – Tentar esconder rugas com excesso de maquiagem
Sim, a maquiagem pode atenuar as marcas do tempo. O problema é que isso não se consegue com excessos, como muitas acreditam. O erro leva ao efeito contrário: evidenciá-las. Hidratação e um pouco de base já estão de bom tamanho, como indica Penélope. Fuja do pó.
O bigode chinês (sulco entre os cantos do nariz e da boca) teima em atrapalhar o visual? Então, aí vai um segredinho: passe corretivo um pouco mais claro que o tom da pele exatamente na linha e, depois, suavize o traço com leves batidinhas.
Quem sofre com o incômodo de rugas na boca pode passar lápis de contorno em todo o lábio e, ainda, aplicar batom da mesma cor apenas no centro. Quando o batom escorre, denuncia o chamado código de barras. Portanto, esqueça o gloss e tons escuros. As amantes de cores fortes têm como alternativa produtos secos e de longa duração. Outra boa pedida é usar pó facial por cima do batom, o que o deixará opaco.

6 – Excesso de rímel e lápis de olho
Passar lápis e rímel pode resultar no acúmulo dos produtos nos cantos dos olhos. Depois de terminar o make, retire o excedente com um cotonete.
As donas de olhos caídos não devem acompanhar toda a linha da lágrima com o lápis, parando antes do final. Uma maneira de evitar bolinhas nos cílios é eliminar um pouco do rímel na escovinha antes da aplicação.
7 – Muita informação
Batom marcante, olhos chamativos, bochechas carregadas de blush. Que a verdade seja dita: um visual desse fica cansativo e envelhece. Se quer carregar no olhar, uma maneira de afastar a possibilidade de erros é optar por cores suaves nos lábios, e vice-versa.
8 – Inverter os truques de aumentar e diminuir olhos e boca
A maquiagem oferece a possibilidade de truques para dar impressão de que os olhos e a boca são maiores ou menores, seguindo a vontade e a necessidade de cada uma. No entanto, as mulheres costumam se equivocar e piorar o que as incomoda.
Olhos pequenos podem ficar maiores evitando o uso de lápis na linha da lágrima. O correto é por fora dos cílios. A sombra deve ser clara e cintilante, lembrando que pessoas com rugas devem evitar brilho. Olhar grande é amenizado com contorno na linha da lágrima e cores escuras.
Os lábios finos podem ser valorizados com alternativas simples. Uma delas é batons de tonalidades claras e cintilantes (quem tem rugas deve fugir do brilho). O contorno por fora da linha natural com lápis na cor da boca ou do batom que vai usar é mais uma opção. Só tome cuidado para não exagerar. Tons mais claros no centro dão aparência de mais volume.
Batons escuros reduzem a boca. Apague o contorno com base e faça-o por dentro da linha original.
17 mar
Finalizadas as semanas de moda internacional para a temporada outono-inverno, em que as tendências foram do tricô às peles, passando por casacos e casaquetos, além de saias curtas, transparências e rendas, um dos principais movimentos que começa a se manter no ar é o retorno de roupas para mulheres normais, com curvas e corpo mais farto que as modelos magérrimas.
A moda parece estar respirando isso há alguns meses. Primeiro foi o pessoal de vanguarda, como o estilista canadense Mark Fast, que colocou modelos em tamanho grande desfilando junto com meninas menores na passarela, em setembro de 2009, na Semana de Moda de Londres. “A revista V também fez um editorial com modelos maiores. A partir disso, as publicações mais populares também começaram a fazer”, disse a consultora de moda e empresária Costanza Pascolato.

Em setembro, a Glamour colocou Lizzie Miller na capa, modelo fora dos padrões, e depois publicou um editorial com mulheres de tamanho maior. Em fevereiro, Lara Stone, de seios grandes e dentes separados e que já foi considerada fora do manequim ideal, conquistou o posto de top número 1 da moda pelo site Models.com, desbancando a brasileira Raquel Zimmermann.
Em fevereiro, Fast repetiu a dose para os desfiles de inverno de 2010, com suas roupas justas e de malha sendo desfiladas em modelos grandes, como a estudante Hayley Morley, de 21 anos, com manequim correspondente ao 48 no Brasil, e a já famosa Crystal Renn, que também desfila para a italiana Elena Mirò, especialista em tamanhos G e GG, grife que abre os desfiles de Milão há algumas temporadas.
Pois bem, ainda que sem usar um casting grande, como os estilistas acima, alguns desfiles da temporada de inverno 2010/2011 apresentaram roupas para mulheres, digamos, normais e com curvas, dentro de uma onda retrô, que busca exatamente o visual dos anos 1950 e 1960, quando o padrão de beleza ainda não era a magreza total.
Miuccia Prada apresentou tricôs, casacos e vestidos que podem muito bem ser usados pelas mulheres acima das medias ou com curvas, tipo violão, como foi o visual mostrado nesta quarta-feira por Louis Vuitton. Mesmo que venda mais bolsas que roupas, o recado foi passado. No casting de ambas, angels da Victoria’s Secret, como a brasileira Alessandra Ambrosio. E na Louis Vuitton, também modelos dos anos 1990, como Laetitia Casta e Elle Macpherson.
“Hoje, o mercado de luxo, que sempre achou que gorda não era chique, tem feito roupa para mulheres maiores. Perceberam que há um número grande de consumidoras com manequim que chegam até o 46, pelo menos”, afirmou Costanza. “Mas não acredito que cheguem a fazer peças de tamanho 50.” Com certeza, não há como não perceber que as mulheres, mesmo as adolescentes, têm apresentado peso maior que as gerações anteriores.
A preocupação das marcas talvez não seja com a saúde desse pessoal, como há um movimento no mundo da moda para se discutir a questão, mas com a conquista de uma clientela com contas bancárias polpudas e ponteiros da balança avançados. A crise que estourou em setembro de 2008 fez tais marcas voltarem seus olhos para esse público. De qualquer forma, o mundo agradece o fato de não só as esquálidas pisarem as passarelas mundiais.
Fonte: Terra Moda. Texto de Rosângela Espinossi e imagem Getty Images
15 mar

O tema da coleção Outono/Inverno Equus Jeanstyle é o Urban Glamour. O lifestyle das grandes metrópoles foi a inspiração para o desenvolvimento de peças que esbanjam atitude, estilo e muita sensualidade e está segmentada em três grandes tendências internacionais: Highlight, Metropolitan Jungle e New Era.

Já a coleção Ana Hickmann Equus vem com comprimentos minis, vestidos, shorts, muito brilho, aplicações, rendas, paetês e ombreiras.
Mais informações: www.equus.com.br
12 mar
Um mundo de constante transformações, culturas globais que vivencia a liberdade e a união de pensamentos múltiplos. Um mundo que pertene a uma geração de vida urbana, que busca novas estéticas e experiências surpreendentes.
A Fato Básico traz em sua coleção Outono/Inverno 2010 Revival, um universo contemporâneo de cores vibrantes, formas ricas e estruturadas.

10 mar
A nova coleção Raphaela Booz cria um clima noir embalado pelo rock and roll. Uma tradução da feminilidade moderna, que inspira infinitos desejos nos looks de todos os dias. Tachas, fivelas e ilhoses se harmonizam ao romantismo de detalhes em laços, babados e amarrações inspiradas nos corseletes.
Do modelo boneca às botas de cano alto e solados tratorados a coleção mostra sua versatilidade colorida pelo rosa suave, azul cobalto, vermelho intenso, verde floresta, cereja e a novidade, tom canela.
Saltos aparecem em diversos tamanhos e formas, montando diversos modelos em camurças, couros craquelados, envelhecidos e verniz molhado. O anabela reafirma sua preferência pela mulher brasileira e marca presença em sandálias delicadas e botas com amarrações.

Fonte: www.raphaelabooz.com.br