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Um sobe e desce sem fim. Se você quer saber o comprimento das saias e vestidos do próximo inverno, saiba que o estilo “periguete”, que já deu as caras nas passarelas há algumas estações, definitivamente está por fora. O mídi, longuete e longo. E, vá lá, pouco acima do joelho e alguns curtos são as várias alturas propostas pelos estilistas. Ou seja, de tudo um pouco, mostrando que a moda é bem democrática.
Os longos explodiram nas passarelas de verão e podem ser vistos nos corredores da semana de moda. E aparecem também nas passarelas, principalmente em tecidos fluidos. Os longuetes (ou mimolet) também invadem a moda inverno, em tecidos retos, lisos ou estampados. E os mídis, pelo joelho, depois de vistos em desfiles como Prada, Marc Jacobs, Louis Vuitton e outros, prometem ser os “mais mais” da estação.
Há também o meio termo. O comprimento mullet, mais curto na frente e mais comprido atrás, também está entre as apostas dos estilistas. Mas mesmo assim, não são muito curtos na frente. Alguns vêm logo acima do joelho e descem até o meio da canela, como o desfilado por Isabeli Fontana da Maria Filó.
Uma dica para usar os tais comprimentos: os longuetes podem encurtar a silhueta. Então, prefira usá-los com sandálias altas e de preferência sem alça no tornozelo. Outra sugestão é usar casacos e blusas mais justas para ajudar a alongar a silhueta.
Quem tem quadril mais largo (o que não é o caso das modelos, por isso tudo fica lindo) deve evitar as mais apertadas e estruturadas. As opções mais fluidas sempre têm caimento melhor. As grifes têm dado um jeito nisso, apostando em larguras das peças nem rodadas e volumosas demais, nem em justas de perder a respiração. Cortes retos meio afastados do corpo são uma boa solução.

Fonte: Terra.

Semana de moda carioca

Dois eventos de moda agitam o Rio de Janeiro. O Fashion Rio, um dos maiores eventos de moda do País, está em sua 20ª edição e acontece entre 10 e 14 de janeiro, no Píer Mauá, no Rio de Janeiro. Já a 19ª edição da bolsa de negócios de moda Fashion Business, a maior da América Latina, vai até hoje, no Jockey Club Brasileiro, também na capital carioca. No total, são 49 desfiles que tomam as passarelas do Rio de Janeiro em seis dias, incluindo as apresentações dos novos talentos, que acontecem no Rio Moda Hype, nos dias 10 e 11 de janeiro.

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  • Bronzeado perfeito

    Não conseguiu a cor que queria nas férias ou não tem férias para pegar uma cor? Dá sim para criar um bronzeado quase instantâneo – e mais saudável – usando produtos cheios de tecnologia que garantem uma corzinha de verão. E o melhor, pode ser usado o ano inteiro.

    Nessa categoria entram os cremes autobronzeadores, feitos a partir de uma substância chamada dihidroxiacetona (DHA) e responsável por tingir a pele durante alguns dias. O produto garante um tom alaranjado que aparece – e some – em alguns dias.

    Para não errar, a dermatologista Mônica Aribi ensina cinco regras básicas de aplicação:

    1. Faça uma esfoliação no corpo todo dois dias antes para remover as células mortas e garantir um resultado uniforme.

    2. Aplique quantidades iguais nas pernas, braços, colo e abdômen. Peça ajuda para espalhar o creme nas costas.

    3. Joelhos e cotovelos podem receber um pouco menos de produto. Eles já são naturalmente escuros e o resultado pode acabar manchado na região.

    4. Use luvas durante e aplicação ou lave muito bem as mãos depois de espalhar o produto, do contrário, elas podem acabar alaranjadas!

    5. No rosto, use pouco produto e não esqueça das orelhas e da região próxima ao couro cabeludo – cuidado para não acabar com uma faixa branca ali!

    Experimente usar o autobronzeador em dias alternados e, depois que atingir a tonalidade desejada, retocar uma vez por semana.

    Ficou com medo de errar? Experimente as maquiagens corporais que deixam, por exemplo, as pernas mais bonitas no dia de usar aquele vestido e saem no banho. Marcas cheias de tecnologia ainda prometem longa duração e fórmulas à prova d’água – e de suor.

    Na cabeça

    Usar lenço na cabeça não é a última sensação do momento. Antes que qualquer uma de nós possa se lembrar, este é um hábito antigo que as mulheres usam para enfeitar a cabeça, ou pela mais pura praticidade. Na década de 40, na imagem usada para ilustrar o movimento femininsta, “Rosie The Riveter” (nome do cartaz para representar as operárias durante a guerra) usava um lencinho vermelho de bolinha amarrado na cabeça.

    Durante a década de 40, as mulheres usavam o lencinho na cabeça para proteger as madeixas do trabalho pesado nas grandes fábricas. Essa prática antiga virou tendência de passarela atual. O site Fashionising detectou a mesma técnica de amarração na passarela de Karen Walker, e uma variação bem parecida no desfile de primavera/ verão 2012 de Marc Jacobs. Essa aula de história do lenço na cabeça não parou por aí. Os 70′s é febre que voltou para ficar por um bom tempo, e não precisa ter aquela pegada hippie, não. A fase disco dos anos 70 também é tendência forte da temporada. Para dar um toque final na cabeça, a dica é amarrar o lenço como o hippie chic da passarela da Nicolas K, ou o turbante disco glam que apareceu no desfile de primavera/ verão da Anna Sui.

    Fonte: Petiscos.

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  • Evolução

    Este video mostra em pouco mais de quatro minutos a evolução da história só com a mudança de penteados e maquiagens. Vale clicar no play e conferir as mudanças da cabeleira armada da pré-história, passando por Cleópatra até chegar aos dias de hoje (e sem passar despercebida pelos anos 80!). Confira!